ZUILA CARVALHO RADIOWEB

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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

O homem que paga por sexo está ao seu lado...

A psicóloga americana Melissa Farley enfrentou um grande problema durante a realização de sua última pesquisa. Ela queria traçar o perfil dos homens que aceitam pagar por sexo e dos que não aceitam. 

Voluntários para representar o primeiro tipo ela encontrou com facilidade. Mas para falar pelos homens que não pagam prostitutas…. foi difícil. Tão difícil que Melissa, diretora da organização Prostitution Research and Education, e sua equipe tiveram de criar um critério flexível para encontrar os chamados “não-compradores”. 

Entraram na categoria homens que não estiveram mais do que duas vezes no ano passado em clubes de strip-tease, que não compraram danças sensuais (aquelas em que o homem fica sentado e a mulher se insinua), que não usaram materiais pornográficos mais do que uma vez no mês passado e que também não pagaram por telefonemas eróticos ou qualquer outro tipo de serviço sexual, como massagens sensuais ou uma acompanhante. 

Será que a maioria dos leitores homens desse blog passaria pelo teste e poderia representar os não-compradores?Melissa constatou o que muitas de nós já desconfiávamos: os homens que aceitam pagar por sexo estão em todo lugar. Pode ser o colega de trabalho que senta na mesa ao lado, o chefe, o amigo que lhe arranca gargalhadas na mesa do bar, seu namorado, seu marido, seu pai. 

Mas o dado mais surpreendente da pesquisa de Melissa, publicada com exclusividade pela revista Newsweek, é que os homens que aceitam pagar por prostitutas – sim, esses que estão ao nosso redor – partilham de pensamentos e atitudes assustadoras. A pesquisa, cuja íntegra pode ser lida neste site (em inglês), revela que os compradores de sexo são oito vezes mais propensos do que os não-compradores a estuprar uma mulher se acharem que podem escapar. Eles ainda cometeriam crimes com mais freqüência: de vandalismo a roubo.

O levantamento realizado com 101 compradores de sexo e 100 homens que preencheram os critérios de não-compradores revelou como pensam os dois grupos. Seguem algumas das frases ditas pelos compradores durante as entrevistas realizadas durante a pesquisa:
*“Não existem limites (no sexo com prostitutas)”
* “Ela (a prostituta) é só um objeto biológico que cobra pelo serviço”

* “Se a minha noiva não quiser fazer algo, eu conheço alguém que fará”
* “Estar com uma prostituta é como tomar uma xícara de café. Depois que você acabou, é só jogar fora” Agora, as frases dos não-compradores:

* “A prostituição é o contrário do que comunhão significa”
* “Eu sou um ser sexual, mas não consigo me excitar sabendo que a outra pessoa está sendo coagida”* “Prostituição é degradante para ambas as partes”

Apesar das frases que mostram a desumanização das prostituas pelos compradores, eles afirmam ter consciência de que elas estão nessa situação forçadas por condições precárias de vida

O único freio para os compradores, segundo a pesquisa, seria tornar passível de punição quem paga por sexo. Dos compradores entrevistados, 80% afirmaram que se sentiriam inibidos se corressem o risco de ir para cadeia. Vocês não acham que é uma boa ideia?

Fonte:Ego.Globo

O maior coleçionador de pênis do mundo...

Na Islândia, existe um museu falológico. 
Não, você não está enganado. O nome vem mesmo da palavra falo, que nomeia o órgão reprodutor masculino – ou o bom e velho pênis. Opa, ficou estranha essa frase.

O curador do museu, o senhor Sigurdur Hjartarson, afirmou ao Global Post que colecionar pênis é como colecionar qualquer outra coisa. “Você não consegue parar, você nunca está atualizado o bastante, você sempre pode conseguir um novo, um melhor do que os outros”, diz.
Hjartarson se dedica há 37 anos a esse hábito peculiar. Graças a ele, sua coleção já é a maior do mundo, com 276 pênis ou partes que constituem o sistema reprodutor dos machos de espécies locais. Mas há uma seção dedicada a animais de outros países. 

O museu ficou famoso e recebe 11 mil visitantes por ano. Mas a meta de Hjartarson é ainda mais ambiciosa: ele quer possuir as partes baixas de todos os mamíferos da Islândia.
“Você sabe, os colecionadores podem ficar um pouco obcecados”, afirma. Seu mais recente exemplar de pênis é o de uma morsa. 
 
O negócio tem 100 cm. Além dos pênis de verdade, há os fictícios, que decoram o local. A caixa registradora tem formato de pênis. O telefone também. 

 Na foto da fachada do museu, consegui identificar pelo menos três tipos de pênis. Até as luminárias, que não foram feitas para parecer pênis, foram feitas das bolsas escrotais de touros e carneiros.
A “faloteca” começou como uma brincadeira, com quatro pênis secos de touro que Hjartarson pegou com um amigo. Antigamente,
esses exemplares eram usados para açoitar animais. Hjartarson guardou um e deu os outros três a amigos. Como presente de Natal. Oi?
O pênis que guardou foi o suficiente para lhe dar a fama. Logo começaram a lhe presentear com pênis de baleia, o que lhe deu a ideia de colecionar pênis de outros tipos de mamíferos. 

Em 1980, ele tinha 13 tipos de pênis, quatro de baleias e nove de mamíferos terrestres. Em 1997, na inauguração do museu, ele já tinha alcançado a marca dos 62 pênis. Freud explica.
Fonte:Epoca.Globo 

Cinco anos da Lei Maria da Penha...

Faz cinco anos que as agressões domésticas contra mulheres passaram a ser tratadas de forma séria no Brasil, um país onde a Justiça, até pouco tempo, atenuava condenações de homicídios e agressões quando estava em jogo a honra masculina. 

Desde a sanção da Lei Maria da Penha (11.340/06), foram abertos mais de 300 mil processos e promulgadas mais de 100 mil sentenças. Houve também pelo menos 1.500 prisões em flagrantes, um número bastante baixo para o tamanho do país e do tempo em análise, mas que a gente releva pelas dificuldades em torno de um flagrante.

Essa lei acabou com as sentenças alternativas, mudou o Código Penal e permitiu prisões preventivas. Antes, um agressor era “condenado” a distribuir cestas básicas e ficava solto esperando a condenação que nunca vinha, podendo, obviamente, continuar ameaçando a mulher maltratada. Na avaliação da ministra Iriny Lopes, da Secretaria de Política para as Mulheres, a lei encorajou as mulheres a denunciar.

Todos sabemos, no entanto, inclusive o próprio governo, que muito ainda precisa ser feito. Não se trabalha a reeducação ou a ignorância de um povo com uma lei. Acredita-se que a lei vá contribuir com a redução do número de casos de agressões contra mulheres. Como a subnotificação ainda é uma realidade, não se tem noção exata do que pode estar acontecendo nos milhares de lares brasileiros onde haja vítimas de violência, um mal de origens difusas e complexas, permeado pela pior versão do machismo.

Denunciar é também um ato de coragem e as mulheres estão aprendendo com esse direito.
Quero crer que essa lei esteja agindo principalmente sobre aquele tipo de pessoa que precisa de câmeras de vigilância para agir civilizadamente. São covardes. Para o grande público são homens agradáveis, engraçados, ajustados. Em casa, transformam-se. Eles têm tons de voz próprios para agir conforme a circunstância. Estão por aí. E eu já vi um tipo assim em ação.

Aconteceu há alguns anos. Naquela noite, dormíamos em casa, eu e minha filha mais velha. Acordei com barulho. Pareciam gritos. Festa? Arruaceiros longe daqui? Virei para o lado, tentando ignorar, mas identifiquei um diálogo tenso. A balbúrdia foi se definindo na madrugada e resultou num grito de “socorro” na voz de uma mulher. 

Um sentimento ruim tomou conta de mim. Levantei e abri a janela no escuro à espreita do que se passava. No silêncio da madrugada vazia, o grito ficou mais alto, abafado apenas pelo tom agressivo e quase gutural do homem que a maltratava. Eu já não era a primeira a chegar na janela. Em outras janelas, no meu prédio e no prédio em frente, rostos solidários e insones se comunicavam.
“Alguém tem que chamar a polícia”. 

“Ele vai matar ela! Alguém faz alguma coisa”.
Eu fazia parte, de repente, da plateia involuntária de um circo de horror.  Meus olhos percorreram  janelas em busca de alguma pista. De onde vêm os gritos? Que história é essa?
Até que enxerguei, ao longe, iluminado pela luz incerta e fraca de uma televisão, um braço, um corpo de mulher caindo, vultos se movimentando com brutalidade, sombras da violência. Não sei explicar o horror que aquilo me causou. 

Era uma espécie de medo também, do que poderia acontecer ali diante de todos nós. Medo por ela. Até que um homem gritou “pára com isso, seu covarde!”.
“Não é a primeira vez, não é a primeira vez”, uma vizinha explicou. Murros foram desferidos em alguma porta. “ABRE!!! ABRE!!!”. Luzes se acenderam no apartamento dos vultos. Primeiro uma janela, depois outra. O agressor, agora em tom humilde e baixo, dizia “não aconteceu nada, nada!!”. “Seu moleque!!! Seu covarde!!!”, outro retrucou. A silhueta de alguém apareceu na varanda, falando ao celular com a polícia.

Minutos depois, uma viatura chegou. Pessoas na rua. Vizinhos na janela. Um rapaz preso. Uma moça olhando para baixo. Meus ouvidos foram testemunhas das duas faces do homem em ação: o macho violento e o jovem acovardado, preso pela polícia.

Fonte:Epoca.Globo

O que teria salvado Amy Winehouse?

Foi meio deprimente o que vi no show da Amy em São Paulo. Não por ela, confesso. Eu senti pena foi do público. Amy errava a letra e o povo adorava. Cada passo em falso, cambaleante, era motivo de brinde. 

Gritavam coisas como “bêbada!” e “louca” – perdoem a minha memória –, como se fosse o máximo assistir à decadência do ídolo. Ídolo? Acho que não. Amy era só mais um fenômeno pop bizarro para a maioria daquela gente.

Tanto fazia se ela cantava ou não. O importante era ver a moça a ponto de cair de tão louca. Não existe uma incoerência quando uma figura triste como Amy causa euforia? E como uma sociedade com esses valores pode vir falar em internação compulsória? Deixa eu ver se entendi. 

Quem é rico, artista, famoso e influente pode se entupir de drogas e tudo bem. Não será perturbado, continuará no conforto do lar e será motivo de festa. Já quem é pobre e mora na cracolândia pode ser internado. Afinal, quem é que se importa com aquela gente? Além disso, ninguém quer ser assaltado por “aqueles viciados”.

No caso de quem mora na rua, não seria melhor cuidar dessas pessoas de verdade? No caso de Amy, seriam meses de tratamento em troca de quê? Shows corretos, nenhum escândalo, um casamento com um homem de bem? Seria quase como retirar dela toda a subjetividade. Fazer escolhas por ela, uma violência só comparável à violência implícita no ato de retirar alguém – à força – do convívio social.
 
E se Amy não quisesse ajuda? (E ela, aparentemente, não queria. A canção Rehab está aí para provar). E se Amy estivesse cansada e quisesse mesmo morrer (presumindo que quem abusa de tóxicos sabe que pode morrer)? Temos o direito de tirar esse direito dela?
Eu (sensível, confesso) 

só queria que, naquele show, a moça frágil engrenasse, que ela provasse para ela mesma que ainda conseguia fazer aquilo. Que não fosse motivo de chacota, nem precisasse ser amparada pelos músicos de sua banda. Eu queria que ela não tivesse morrido sozinha, aos 27 anos, em casa. Mas quem é que consegue escolher pelo outro?

Fonte:Epoca.Globo

Adolescente matou ex-namorada para ganhar aposta com amigos no Facebook

Não se pode comparar, em números, significado e dimensão, o massacre da Noruega com um crime pessoal e gratuito como esse, ocorrido na Grã-Bretanha. 

Em barbaridade, porém, eles se igualam. Alguns pontos ligam um a outro assassino: a crueldade sem limites, a loucura, a sensação de impunidade, a prepotência e a desvalorização da vida.

Joshua Davies, 16 anos, um garoto aparentemente bem integrado, com notas boas na escola, vivia com os pais, religiosos, e sonhava se tornar primeiro-ministro. Ontem, foi condenado no tribunal de Swansea, por matar, com repetidos golpes de pedra na cabeça, Rebecca Aylward, 15 anos. A aposta com amigos no Facebook envolvia um “prêmio”: um café-da-manhã de graça, caso ele realmente matasse a menina, como dizia, em mensagens cifradas, ser capaz de fazer “com facilidade”.
 
Os amigos duvidavam. Na foto que abre este post, os dois adolescentes juntos e aparentemente parceiros, quem desconfiaria? Joshua e Rebecca se conheceram com 11 anos e, recentemente, tinham namorado durante três meses. O rapaz era querido pela família da jovem, recebido em casa, desfrutava a confiança dos pais dela. Eles terminaram o namoro e, quando o rapaz ligou para ela de novo, todos ficaram felizes. 

Rebecca comprou roupa nova, achou que iam reatar. Não voltou para casa na hora combinada, mas a mãe, Sonia, estava descansada porque “ela estava com Josh”.
A pedra era do tamanho de uma bola de rugby.

A investigação da tragédia mostrou como Joshua usou a internet, as mensagens de texto e as redes sociais para planejar a morte da menina. Semanas antes do crime, um de seus amigos prometeu “pagar um café-da-manhã para ele” caso executasse o plano mórbido.

Dois dias antes de matar Rebecca, Joshua disse ao amigo: “Acho que você vai ter de me pagar o lanche”. O amigo brincou: “Seu sádico, quero ver”. Hoje, ele diz achar que tudo não passava de gozação, de brincadeira inofensiva.

A sentença ainda não foi decretada, porque o juiz aguarda o relatório psiquiátrico. Mas as fotos e o nome de Joshua foram divulgados porque, segundo o juiz Lloyd Jones, é necessário identificá-lo em nome do interesse público. 

O crime ocorreu em outubro do ano passado e, até hoje, não se conhecia o rosto e o nome de Joshua por causa de sua idade. Leia a reportagem na íntegra aqui, em inglês.
Os pais de Rebecca emitiram um comunicado no tribunal ontem: “Rebecca foi morta num ato selvagem e sem sentido. Ela morreu nas mãos de alguém que amava e em quem confiava. 

Nunca esqueceremos o que ele fez ou o perdoaremos por destruir nossa família”. segundo reportagem do jornal The Guardian, Joshua manteve-se impassível durante o julgamento – e, caso a foto ao lado seja mesmo de sua chegada ao tribunal, ele estava sorrindo. Só chorou quando soube que seu nome seria divulgado.

No dia em que Joshua a chamou para conversar, Rebecca acordou às 6h da manhã para se arrumar e se maquiar. Vestiu a roupa nova que tinha comprado na véspera.
Horas depois, estava morta, numa floresta da região, com o rosto para baixo, na lama.

Para provar que tinha ganhado a aposta, Joshua chamou um amigo até o lugar do crime para ver o corpo de Rebecca. Segundo o amigo, não identificado, ele disse: “Você imagina como é difícil quebrar o pescoço de alguém? Tentei mas como ela gritava, peguei a pedra”

No Facebook, colocou mensagens dizendo estar em casa e se mostrando preocupado com o sumiço dela. Ele ia voltar à noite ao local para enterrar o corpo mas um de seus amigos alertou a polícia.

Embora os amigos falassem bem dele, Joshua tinha fama de ciumento e havia espalhado boatos de que Rebeca havia feito um aborto e que tentava engravidar de novo para impedir a separação.

Em uma de suas mensagens aos amigos, disse que ia jogar Rebecca num rio ou de cima de um precipício, ou mesmo envenená-la.
Nenhum amigo o levou a sério.

Diante das fotos publicadas na imprensa inglesa, o que dizer? Joshua não sofria bullying, os pais não eram separados, ele não era sozinho, tinha muitos amigos, sucesso pessoal, não há informações sobre drogas.

Em alguns momentos, não há causa tangível. É a loucura humana. Que pode estar travestida de um fanático com gosto por fardas ou de um adolescente vizinho que mata por tédio ou auto-afirmação.

Como prevenir a morte estúpida de uma adolescente, uma debutante na vida? Que deixou inconsoláveis os pais, um irmão e uma irmã, confrontados com a maldade em seu nível mais alto?

Temos a impressão de que os namoros adolescentes são inofensivos, rápidos, paixonites sem importância. E a maioria  é mesmo. Mas ficaríamos assustados de ver que a violência não é nada incomum.

Segundo um estudo da Fiocruz publicado no ano passado, 85% dos jovens relataram já ter sofrido algum tipo de agressão, verbal ou física do parceiro ou parceira. Os pesquisadores ouviram 3205 estudantes de 15 a 19 anos de escolas públicas e privadas e chegaram à conclusão de que praticamente nove em dez jovens haviam praticado ou sofrido tipos variados de violência, como xingamentos e tratamentos hostis.

Joshua e Rebecca eram um casal de jovens britânicos, mas poderiam ser brasileiros – ou de qualquer outro lugar. Fico me perguntando o que poderia ter salvado a vida de Rebecca.
Talvez se devam levar mais a sério, nas redes sociais, ameaças de suicídio e crime. Se alertas fossem disparados antes, Rebecca talvez estivesse viva.

Fonte: Epoca

A última entrevista de Amy: “Sou minha pior crítica”

Neil McCormick, crítico de música do jornal britânico The Telegraph, fez a última entrevista com Amy Winehouse antes de sua morte, no último sábado (23). Foi em março, quando ela gravava o dueto com Tony Bennett no lendário estúdio da Abbey Road.

Segundo McCormick, Amy estava muito tensa ao lado de Tony, um de seus ídolos. “Amamos muito você”, disse ela ao cantor, ao chegar ao estúdio. “Não vou chorar”, disse Amy quando ele tocou as mãos dela. “Não vou chorar”. E contou que cresceu ao som de Bennett e Sinatra, os preferidos de seu pai.

Ela pediu desculpas por estar nervosa, dizendo que era a primeira vez que pisava em um estúdio em um bom tempo. McCormick então perguntou como era voltar, e Amy disse: “É bom estar em um estúdio com Tony. Ele é a única razão por eu estar aqui.”

Amy e Tony cantaram lado a lado, seguidas vezes, e cada vez tinha uma novidade. Bennett exibia a calma de seus 85 anos. Amy mordia as próprias mangas, olhava para os pés, para o teto, para todo lugar menos para seu colega de estúdio. “Ouço a voz de Tony bem aqui ao lado e isso é tanto para mim que não posso olhar para cima e ver a pessoa de Tony também. Pode soar bobo, mas é difícil.”

“Sou minha pior crítica”, ela disse. “Se eu não deixar de lado o que eu acho que gostaria de fazer, não seria uma garota feliz.” Amy revelou ainda que o palco era um lugar difícil para ela: “Não nasci para o palco. Nasci para cantar, mas sou bastante tímida, na verdade”.

Amy falou também sobre a vontade de estudar música. “Adoraria estudar guitarra ou trompete. Consigo tocar um pouco de vários instrumentos, mas não toco nenhum bem. Tocar um instrumento faz você cantar melhor. Quanto mais você toca, melhor você canta, quanto mais canta, melhor toca.”

Em março, Amy pensava no futuro. No final da gravação com Tony, ela estava feliz, rindo alto. “Essa é uma história para contar para os meus netos, para eles contarem para os netos deles, para ter certeza de que contarão para os próprios netos.” E Tony respondeu: “Diga ao seu pai que eu mandei um oi”. Ela disse: “Ele vai chorar. Ele vai chorar.”

A última entrevista de Amy não foi sobre drogas, reabilitação, escândalos ou problemas na turnê. Foi uma conversa sobre música e sobre como era, para Amy, estar em um palco. E revela a fragilidade e a sensibilidade da cantora britânica – o que muitas vezes a imprensa deixou de lado ao retratar apenas seus vícios.

Fonte:Globo.com

domingo, 17 de julho de 2011

O poder sedutor do cabelão...

Tive cabelo bem curto por vários anos – e adorava. Mas, nos últimos tempos, acabei deixando crescer de novo.  Mais pela vontade de mudar do que por qualquer outra razão. A julgar, porém, pelo depoimento da novaiorquina Mihal Freinquel no site Slate, eu teria outra razão para aderir aos longos o poder sedutor do cabelão:
Mihal conta que decidiu colocar um aplique longo e loiro e viu os homens – especialmente os mais bonitos – se aproximarem. E sua vida sexual ficar mais movimentada. Traduzi um trecho do relato dela:

“Se minha experiência me informa corretamente, a Mihal de cabelo curto tinha pelo menos um apelo sexual médio, me dando oportunidades suficientes de arranjar encontros, ter sexo casual (na maioria das vezes, satisfatório), escrever textos decentes depois do sexo, e ir seguindo a vida. Depois de colocar minhas longas extensões loiras, me transformei em um presente ultra-feminino para o mundo. Meu sorriso se tornou meigo e charmoso, meu andar se tornou mais sinuoso, e minha cabeça começou a se inclinar sedutoramente sem que eu me desse conta.
(…)

Fui a alguns encontros, tive alguns parceiros. E, correndo o risco de soar como uma traidora do movimento feminista, acredite quando digo que o sexo – o sexo casual especificamente – é um animal diferente quando o cabelo longo é envolvido.  Eu o dobrava, balançava e o tirava do rosto dele e do meu. Quando minhas longas madeiras entravam no meio de nossos beijos leves e molhados, eu as tirava com um sorriso tímido. O sexo oral com o cabelo longo parecia o ato de uma oração sensual. O cabelo longo me fez sentir minha pele mais sedosa! Minhas pernas, mais longas! Os seios? Perfeitos. A celulite? Nenhuma. Senti-me como uma deusa grega, uma estrela pornô e como a agora ao lado, tudo ao mesmo tudo.”


Fonte: Globo.com
Site:http://colunas.epoca.globo.com


sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Angélica: 'É preciso ter prazer na hora de comer'...

Divulgação/Shape
Apresentadora do "Video game" e do "Estrelas", 
Angélica mostra a barriguinha sarada na capa da revista "Shape" deste mês. Na entrevista, ela conta que está muito satisfeita com seu corpo. Não é para menos.
- Isso acontece porque faço as coisas que gosto. Pratico atividades que me agradam, não abro mão das minhas sessões de massagens e nas refeições há alimentos que não curto comer -  diz ela, que não come mais carne nem frango.
Sobre dietas, ela sentecia:
- O que sei que dá certo é comer de três em três horas e eliminar fritura, por exemplo. Mas é preciso ter prazer senão você fica infeliz, apática e de mau humor - avisa ela, que é casada com o também apresentador Luciano Huck, com quem tem dois filhos: Joaquim, de 5 anos e Benício, de 3.

fonte: globo.com

Chico Anysio é internado em hospital do Rio de Janeiro


comediante Chico Anysio, de 79 anos, foi internado na noite desta quinta-feira (2) no Hospital Samaritano, na zona sul do Rio, para a desobstrução de uma artéria do coração.
O humorista Chico AnysioSegundo boletim assinado pelo médico Luiz Cesar Cossenza Rodrigues, clínico geral intensivista e cardiologista do Samaritano, Chico deu entrada ao hospital com quadro de falta de ar e dor no peito. 

 Foi constatada a obstrução de uma das coronárias e ele foi submetido a uma angioplastia para desobstruir essa artéria. Depois o comediante retornou para a Unidade Intermediária.
Ainda de acordo com o médico, na mesma quinta-feira o humorista apresentou novo quadro de descompensação do coração e foi submetido a um diagnóstico de tamponamento cardíaco (acúmulo de líquido no saco pericárdio, que envolve o coração). Em seguida foi realizada uma drenagem e o paciente se restabeleceu.
Na manhã desta sexta-feira (3), Chico foi levado novamente ao centro cirúrgico, para limpeza do saco pericárdio e colocação de um dreno mais calibroso. Segundo a assessoria de imprensa, no momento o comediante apresenta quadro estável, mas sem previsão de alta.
O humorista passou grande parte do mês de agosto internado no mesmo hospital para a retirada de uma parte do intestino grosso, após apresentar um quadro de hemorragia digestiva.  Depois da cirugia ele foi diagnosticado com pneumonia, mesmo motivo que o levou a ser internado no ano passadono próprio Samaritano.
fonte: globo.com

Paul McCartney agradece aos fãs brasileiros com vídeo e mensagem...



Imagem do vídeo no momento em que Paul autografa o braço de uma fã brasileira

Imagem do vídeo no momento em que Paul
autografa o braço de uma fã  (Foto: Reprodução)
Paul McCartney agradeceu aos espectadores de sua turnê sul-americana com uma mensagen e um video publicados nesta sexta-feira (3) em seu site oficial. "Os shows foram realmente especiais", escreveu a equipe do músico inglês.
No vídeo intitulado "Thank you Brazil & Argentina!", ele canta a música "Here today", sempre dedicada ao parceiro John Lennon. Imagens em câmera lenta registradas durante a passagem da Up And Coming Tour pela América do Sul recheiam o vídeo.
Há cenas das fãs que pediram para ter o braço autografado no show em Porto Alegre e também imagens da plateia chorando e sorrindo durante a canção. Ao final, o destaque fica por conta de Paul e sua banda agradecendo os aplausos do público. Cenas de pessoas correndo para conseguir um lugar perto da grade nos estádios e de Paul acenando para seus fãs em seu carro também aparecem na homenagem.
fonte: globo.com
site: http://g1.globo.com